terça-feira, 11 de setembro de 2012

11/09/2001


11/09- Uma data para nunca esquecermos.




Conhecemos o dia 11/09 pelos atentados às torres gêmeas, mas nunca é lembrado o dia em que o presidente democraticamente eleito, Salvador Allende, que foi derrubado do poder por um golpe militar,  através da ajuda do governo democrático dos Estados Unidos, implantando uma ditadura no país que durou dezessete anos. Acima temos o vídeo dirigido pelo inglês Ken Loach, a película mostra as memórias de um chileno que sofreu com o golpe e suas consequências.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Revolução dos Cravos- 25 de Abril de 1974



Olá Alunos, hoje, dia 25 de Abril, é o dia que ocorreu a Revolução dos Cravos, ocorreu em Portugal nessa data e pôs fim ao regime salazarista que existia desde 1933 e só terminou efetivamente em 1974. A música acima é do compositor e cantor brasileiro Chico Buarque, foi composta em 1975 e regravada com outra letra em 1978, mas foi censurada, pois falava de um revolução contra um regime militar em plenos anos de chumbo brasileiros.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Vídeos da ONU- Capítulo 3

Como vimos no Capítulo 3 a ONU não tem só por função manter a paz entre as nações, ela também tem como papel promover discussões sobre os impactos ambientais no Planeta Terra. O vídeo abaixo foi feito para falar sobre os efeitos negativos que o homem traz para a natureza no ano de 2011, considerado o Ano da Floresta.


O vídeo a seguir fala sobre o papel geral da ONU no mundo.




Vídeo que fala sobre as metas da ONU até 2015.

                                         

11 de Setembro


  Os atentados de 11 de setembro marcaram a história americana e mundial no século XXI como Pearl Harbor no século XX. Foi entre outras coisas, o álibi para iniciar a “guerra contra o terrorismo” contra países muçulmanos a fim de assegurar seu controle sobre as fontes de petróleo. Mas não só isso serviu para legitimar o poder de um presidente após uma eleição conturbada.
Essa “guerra contra o terrorismo” aumentou o choque entre civilizações, culturas e serviu para criar um inimigo aos Estados Unidos tão grande, ou ainda maior do que a União Soviética na época da Guerra Fria, mas também criou um inimigo abstrato, que não era um Estado. Além do Afeganistão, que abrigava a Al Qaeda, outro alvo dos Estados Unidos foi o Iraque(que aparente mente não tem nenhuma conexão com a Al Qaeda nem o Afeganistão), o que reforça ainda mais a teoria que a guerra serviu para controlar as reservas de petróleo.
A criação de um medo contra os terroristas colocou os americanos em pânico, e o governo adotou uma série de medidas que reforçaram esse sentimento, criando um estado semelhante à Alemanha nazista, restringindo as liberdades dos cidadãos e deportando e prendendo cerca 1200 estrangeiros, muitos sem acusação prévia. Também houve uma mobilização dos Estados Unidos colocando o mundo contra ou a seu favor, sendo que os contrários a seus interesses seriam a favor dos terroristas, criando um clima semelhante ao da Guerra Fria. E George Bush, um homem primário, diferente de seu antecessor, Bill Clinton, não hesitou a violar leis do Direito Internacional transformando os Estados Unidos em seu governo na maior ameaça à paz e à segurança mundial.
Era também necessário criar novas missões para a CIA, que estava quase inativa desde a Guerra Fria, enquanto o FBI se expandia, sobretudo no Leste Europeu. Tanto o FBI, quanto a Cia, já tinham informações necessárias que levassem a crer que a qualquer momento os EUA fossem atacados por terroristas, como militantes de grupos islâmicos que faziam curso de aviação. Eleanor Hill, antiga Inspetora geral do Departamento de Defesa e chefe da equipe formada pelo comitê do Congresso para investigar as falhas que permitiram os ataques de 11 de setembro, e 1998 a agosto de 2001, a Cia e o FBI receberam informações dos interesses da Al Qaeda a atacar Washington e Nova York. Foi como se os houvesse uma manipulação dos ataques para instituir a ditadura planetária das grandes empresas e do capital financeiro com os Estados Unidos à frente.  

Texto escrito por Paulo Elias Cury no blog http://portalclio.blogspot.com